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BlOCO K... mais burocracia e custos em janeiro.

  • 2 de dez. de 2016
  • 2 min de leitura


Bloco K: mais burocracia e custos em janeiro de 2017, mais uma obrigação acessória relacionada ao SPED – Sistema Público de Escrituração Fiscal entra na lista de obrigações acessórias das empresas que faturam mais de R$ 300 milhões por ano. Trata-se do Bloco K, versão digital do Livro de Controle de Produção e Estoque, que reúne dados dos estoques de insumos e produtos, além das informações relativas a movimentações mediante envio das fichas técnicas de cada etapa do processo.

O SESCON-SP realizou uma enquete com empresários de serviços contábeis de todo o Estado de São Paulo sobre a nova exigência fiscal, revelando que para a maioria, 32%, o Bloco K deve trazer mais burocracia e novos custos para os contribuintes.

Já 31% lembraram que a crise tem sido um grande entrave para as adequações, visto que a obrigação fiscal exige a aquisição de software de gestão empresarial integrado e treinamento específico de pessoal. Para 23% dos entrevistados, uma parcela considerável das empresas deve deixar para a última hora as mudanças necessárias para o atendimento à obrigatoriedade.

Para o presidente do SESCON-SP e da AESCON-SP, Márcio Massao Shimomoto, o grande desafio relacionado ao Bloco K, bem como aos demais braços do SPED, é a necessidade de mudança cultural empresarial. “A partir do próximo ano, toda movimentação precisará ser registrada e muitas empresas não estão preparadas para isso, nem fisicamente, financeiramente ou culturalmente”, avalia. O empresário contábil ainda lembra do pleito do Sindicato, da FIESP e de outras entidades para que as informações integrantes do Bloco K estejam relacionadas a valores, e não a conteúdo, como está previsto. “Essa mudança é importante para garantir o sigilo empresarial, preservar as empresas diante da concorrência”, finaliza Shimomoto.



 
 
 

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