O desafio da Igreja Cristã no Séc.XXI
- 28 de jan. de 2017
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O desafio de batalhar contra as heresias que vão se avolumando com a economia do consumismo.
A salvação “vale o quanto pesa”* As pessoas devem fazer algo para ganhar os favores de Deus.
Esta idéia é uma crescente no meio evangélico que professa a Teologia da Prosperidade. As pessoas sempre estarão em desvantagens quanto a obra salvífica de Cristo, tendo que fazer algo que lhes garanta as benções de Deus.
* Doença é coisa do mal, e tratada como resultado de uma vida em pecado. Quem está doente, deve estar em pecado.
Vivemos na época em que o velho deve morrer para dar lugar ao novo
*Com esta filosofia temos eliminado o bom testemunho daqueles que vieram antes de nós.
* A história tem sido redefinida dentro de um padrão de relativismo moral e ético. Em um mundo em que Deus não existe, o homem fica só tomando decisões baseadas em seu humanismo.
Pastor é medido pelo padrão mídia de tele-evangelismo
*O pastor de uma pequena igreja terá seu sucesso teológico e ministerial medido pelo grande orador da televisão ou do rádio.
* A fama, prestigio e poder têm se tornado elementos indispensáveis para líderes denominacionais e teologias, que estão mais interessados no que os homens querem do que naquilo que a Palavra do Senhor diz. Há um culto formalizado à personalidade humana, que tem toda a honra e a obediência de seus seguidores, que também buscam um lugarzinho ao sol.
A iliteração bíblica dos líderes tem causado confusão e dores
* Aceitamos aquilo que dá certo sem levarmos em conta a tradição histórica daqueles movimentos.
* Por outro lado, temos os grupos que não fazem revisões em suas metas, estratégias, em relação ao momento que o país está vivendo. Insistem em levar adiante paradigmas antigos, sem perceberem as transformações.Devemos entender que a essência deve permanecer ,mas os métodos podem mudar.
Nossa opção tem sido pela classe média, ainda que nossa mensagem seja para todos.
*As igrejas são formadas e imediatamente se transformam em algo diferente dentre o povo onde estão plantadas. Sua forma de culto, seus costumes, sua música e sua liturgia não fazem parte da cultura ou subcultura em que se envolveram.
* Será que estamos preparados para os jovens questionadores da geração dos preservativos, drogas, informática, Internet, videogames, etc.?
* A liberdade tão pouco utilizada agora estava á disposição de todos, ainda que velada pelos grandes poderes que regem nossa sociedade. Eles começaram assim a efetivar a era do questionamento dos sistemas.Questionaram o governo, os poderes e a igreja.Eles querem ver a realidade de seus discursos. Se há integridade na vida daqueles que dizem reter a verdade em suas mãos.
*Será que estamos preparados como corpo de Cristo a aceitarmos homossexuais, lésbicas, “gays”, drag queens, frutos da promiscuidade, descaso e liberação sexual pregadas pelas revistas pornográficas e filmes de Hollywood?
Pastor Valdir Pires - Professor História , Sociologia, Teologia























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